“Acabou o subsídio à gasolina, que eu diria, eu calculo, mais de um quinto da dívida da Petrobras foram subsídios. Ela correu muito risco, eu diria que ela chegou na beira do abismo, e agora a gente pode dizer nesse momento que não é mais uma empresa onde se vê um perigo eminente. Muito pelo contrário”, disse David Zilberstein, ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
A Petrobras também reduziu custos e teve ganhos com a venda do direito de exploração em áreas do pré-sal. A dívida diminuiu, mas ainda ultrapassa US$ 81 bilhões.
“Nós seguimos à risca o que planejamos, com resultados positivos em todas as áreas de operação da empresa. Nós temos muito cuidado ao afirmar isso porque sabemos que não podemos relaxar, e de maneira nenhuma vamos relaxar, porque ainda temos um endividamento extremamente elevado”, afirmou Pedro Parente.
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