INDU Unipar Indupa
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fcurcu
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Re: INDU Solvay Indupa
los de Braskem se juntan mañana para charlar el q3 de este año......
Braskem will host conference calls to discuss its Results on Friday , November 8, 2013 , at 9:00 am ET in English and 7:00 am ET in Portuguese.
Read more: http://www.digitaljournal.com/pr/1572765#ixzz2jyVLM3cN
Braskem will host conference calls to discuss its Results on Friday , November 8, 2013 , at 9:00 am ET in English and 7:00 am ET in Portuguese.
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Re: INDU Solvay Indupa
Cuando anuncien la compra de Indupa ya no habrá tiempo para entrar a estos precios
Es ahora o nunca mas!!
Es ahora o nunca mas!!
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rickymansella
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Juancurupa
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Re: INDU Solvay Indupa
mientras no las regalen...prefiero que no las vendan jeje 
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Juancurupa
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Re: INDU Solvay Indupa
Volumen %: 0,01%
JEJEJEJE
JEJEJEJE
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Quem leva a Solvay Indupa?
PVC
Quem leva a Solvay Indupa?
Atuante no mercado mundial de cloro-soda e especialidades, além de manter parceria com a francesa Rhodia, o grupo belga Solvay anunciou em fevereiro passado a venda da subsidiária Solvay Indupa. Ela opera fábricas de PVC (300.000 t/a) e outros derivados da cadeia cloro-soda em Santo André (SP) e Bahía Blanca (210.000 /a do vinil), na Argentina. A empresa já comunicara, ao final de 2012, a decisão de rever seus ativos por conta do mau desempenho. Do seu lado, o mercado brasileiro de plástico se preocupa com o desfecho dessa transação e seus efeitos sobre o reduto de PVC por aqui. Mas seja quem for o comprador, o fato é que as unidades à venda são antigas e, por tanto, precisariam de modernizações. Além disso, a operação em Santo André possui problemas de contaminação ambiental, devido ao mercúrio antes utilizado no processo produtivo.
Postas sob a lupa as possibilidades de compradores dos complexos no Brasil e Argentina, as primeiras hipóteses que surgem são Braskem e Mexichem. Esta consta de uma corporação mexicana produtora de PVC e proprietária, no Brasil, da Amanco, indústria de tubos plásticos e conexões, segmento responsável por cerca de 70% do consumo nacional de PVC. Por sinal, a base brasileira da Amanco é majoritariamente suprida pelo polímero remetido da planta colombiana da Mexichem e, para completar, a Braskem revende no Brasil as especialidades vinílicas formuladas nesta mesma unidade.
Fica claro, portanto, que a Mexichem forma entre os principais consumidores locais de PVC e possui o necessário expertise na cadeia. Se embolsasse os ativos da Solvay Indupa, ela se tornaria, no Brasil, integrada desde o cloreto de vinila (MVC) à extrusão de tubos. De outro ângulo, a Mexichem teria que negociar com as produtoras de eteno (matéria-prima para dicloroetano/EDC, precursor do MVC) em ambos os países. Na Argentina, a Dow seria a fornecedora, e no Brasil, a Braskem.
Aí começam os entraves. No Brasil, a Braskem forneceria matéria-prima para um concorrente produzir PVC, resina presente em seu portfólio? Resposta: não. O atual fornecimento de eteno da Braskem para a Solvay deve estar previsto em contrato antigo e, provavelmente, o acordo deve ser válido apenas se a Solvay for a proprietária da unidade. Tem mais: a Braskem desejaria perder sua grande fatia do mercado do vinil, caso a Mexichem entre como produtora? Resposta óbvia: não. Há também a considerar o lado dos transformadores de PVC. A Mexichem estaria disposta a vender resina para seus concorrentes em tubos? Claro que não. Já na Argentina, a entrada da Mexichem soaria mais viável, mas é preciso atentar para os problemas de energia enfrentados na era Kirchner pela eletrointensiva indústria de cloro soda.
Entra em cena, então, outra hipótese repleta de complicações: a compra da Solvay Indupa pela Braskem. Devido ao montante em jogo e ao fato de a transação contemplá-la com o monopólio do vinil no país, essa aquisição brasileira teria que passar pelo crivo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A aprovação dependeria, provavelmente de condições. Por exemplo, podem ser extintas as medidas antidumping para PVC (atualmente aplicadas à resina emsuspensão oriunda dos EUA e México), de modo a facilitar as importações e possibilitar aos consumidores nacionais de PVC outras opções de fornecimento. O mercado brasileiro da resina é altamente dependente das importações (que correspondem a aproximadamente 35% da demanda) e esse cenário deve continuar, visto que não se espera aumento do fornecimento de eteno para o incremento da produção nacional de EDC.
Vale frisar que, além de PVC, estão inclusos no portfólio da Solvay de Santo André os demais produtos da cadeia cloro-soda: MVC, EDC, ácido clorídrico, hidróxido de sódio e hipoclorito de sódio. Na Argentina, a Solvay possui o mesmo mostruário. Assim, os players no negócio de cloro-soda não podem ser excluídos das possibilidades e daí por que se enxerga a Carbocloro como uma das prováveis compradoras do negócio no Brasil. A empresa atua na cadeia cloro-soda e resulta da joint venture entre a norte-americana OxyChem e a brasileira Unipar. Esta última, por sinal, voltaria assim ao setor nacional de termoplásticos, do qual se afastou em 2010, com a venda da extinta Quattor para a Braskem. Apesar de não produzir PVC, a Carbocloro poderia aumentar seu market-share em outros produtos da cadeia, como cloro, soda, hipoclorito de sódio e ácido clorídrico. Porém, teria de negociar eteno com a Braskem, sua concorrente em todos os derivados de cloro soda.
Além dessas possibilidades, é considerada uma alternativa a compra da Solvay Indupa por grupos do Primeiro Mundo. Eles sobressaem pela tecnologia avançada, trunfo para aumentar a rentabilidade das unidades à venda. Em contrapartida, esses grupos não possuem experiência no muito peculiar mercado brasileiro. Também se levanta a hipótese, mais remota, dessa aquisição por grupos latino americanos, a exemplo de duas alquebradas estatais: a argentina YPF ou a venezuelana Pequiven. Ambas são favorecidas pela possibilidade de integração na cadeia petroquímica, pois por já atuam no mercado de básicos. Mas trazem consigo as sequelas da problemática gestão pública.
Quem leva a Solvay Indupa?
Atuante no mercado mundial de cloro-soda e especialidades, além de manter parceria com a francesa Rhodia, o grupo belga Solvay anunciou em fevereiro passado a venda da subsidiária Solvay Indupa. Ela opera fábricas de PVC (300.000 t/a) e outros derivados da cadeia cloro-soda em Santo André (SP) e Bahía Blanca (210.000 /a do vinil), na Argentina. A empresa já comunicara, ao final de 2012, a decisão de rever seus ativos por conta do mau desempenho. Do seu lado, o mercado brasileiro de plástico se preocupa com o desfecho dessa transação e seus efeitos sobre o reduto de PVC por aqui. Mas seja quem for o comprador, o fato é que as unidades à venda são antigas e, por tanto, precisariam de modernizações. Além disso, a operação em Santo André possui problemas de contaminação ambiental, devido ao mercúrio antes utilizado no processo produtivo.
Postas sob a lupa as possibilidades de compradores dos complexos no Brasil e Argentina, as primeiras hipóteses que surgem são Braskem e Mexichem. Esta consta de uma corporação mexicana produtora de PVC e proprietária, no Brasil, da Amanco, indústria de tubos plásticos e conexões, segmento responsável por cerca de 70% do consumo nacional de PVC. Por sinal, a base brasileira da Amanco é majoritariamente suprida pelo polímero remetido da planta colombiana da Mexichem e, para completar, a Braskem revende no Brasil as especialidades vinílicas formuladas nesta mesma unidade.
Fica claro, portanto, que a Mexichem forma entre os principais consumidores locais de PVC e possui o necessário expertise na cadeia. Se embolsasse os ativos da Solvay Indupa, ela se tornaria, no Brasil, integrada desde o cloreto de vinila (MVC) à extrusão de tubos. De outro ângulo, a Mexichem teria que negociar com as produtoras de eteno (matéria-prima para dicloroetano/EDC, precursor do MVC) em ambos os países. Na Argentina, a Dow seria a fornecedora, e no Brasil, a Braskem.
Aí começam os entraves. No Brasil, a Braskem forneceria matéria-prima para um concorrente produzir PVC, resina presente em seu portfólio? Resposta: não. O atual fornecimento de eteno da Braskem para a Solvay deve estar previsto em contrato antigo e, provavelmente, o acordo deve ser válido apenas se a Solvay for a proprietária da unidade. Tem mais: a Braskem desejaria perder sua grande fatia do mercado do vinil, caso a Mexichem entre como produtora? Resposta óbvia: não. Há também a considerar o lado dos transformadores de PVC. A Mexichem estaria disposta a vender resina para seus concorrentes em tubos? Claro que não. Já na Argentina, a entrada da Mexichem soaria mais viável, mas é preciso atentar para os problemas de energia enfrentados na era Kirchner pela eletrointensiva indústria de cloro soda.
Entra em cena, então, outra hipótese repleta de complicações: a compra da Solvay Indupa pela Braskem. Devido ao montante em jogo e ao fato de a transação contemplá-la com o monopólio do vinil no país, essa aquisição brasileira teria que passar pelo crivo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A aprovação dependeria, provavelmente de condições. Por exemplo, podem ser extintas as medidas antidumping para PVC (atualmente aplicadas à resina emsuspensão oriunda dos EUA e México), de modo a facilitar as importações e possibilitar aos consumidores nacionais de PVC outras opções de fornecimento. O mercado brasileiro da resina é altamente dependente das importações (que correspondem a aproximadamente 35% da demanda) e esse cenário deve continuar, visto que não se espera aumento do fornecimento de eteno para o incremento da produção nacional de EDC.
Vale frisar que, além de PVC, estão inclusos no portfólio da Solvay de Santo André os demais produtos da cadeia cloro-soda: MVC, EDC, ácido clorídrico, hidróxido de sódio e hipoclorito de sódio. Na Argentina, a Solvay possui o mesmo mostruário. Assim, os players no negócio de cloro-soda não podem ser excluídos das possibilidades e daí por que se enxerga a Carbocloro como uma das prováveis compradoras do negócio no Brasil. A empresa atua na cadeia cloro-soda e resulta da joint venture entre a norte-americana OxyChem e a brasileira Unipar. Esta última, por sinal, voltaria assim ao setor nacional de termoplásticos, do qual se afastou em 2010, com a venda da extinta Quattor para a Braskem. Apesar de não produzir PVC, a Carbocloro poderia aumentar seu market-share em outros produtos da cadeia, como cloro, soda, hipoclorito de sódio e ácido clorídrico. Porém, teria de negociar eteno com a Braskem, sua concorrente em todos os derivados de cloro soda.
Além dessas possibilidades, é considerada uma alternativa a compra da Solvay Indupa por grupos do Primeiro Mundo. Eles sobressaem pela tecnologia avançada, trunfo para aumentar a rentabilidade das unidades à venda. Em contrapartida, esses grupos não possuem experiência no muito peculiar mercado brasileiro. Também se levanta a hipótese, mais remota, dessa aquisição por grupos latino americanos, a exemplo de duas alquebradas estatais: a argentina YPF ou a venezuelana Pequiven. Ambas são favorecidas pela possibilidade de integração na cadeia petroquímica, pois por já atuam no mercado de básicos. Mas trazem consigo as sequelas da problemática gestão pública.
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rickymansella
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Re: INDU Solvay Indupa
5,8.......baja la oferta que quiero comprar

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empresa conjunta entre Solvay e Ineos
http://noticias.lainformacion.com/econo ... yuOskpHgD/
Jueves, 07/11/13 - 15: 23 EMPRESAS
La CE investiga la creación de una empresa conjunta entre Solvay e Ineos
lainformacion.com
La Comisión Europea (CE) informó hoy de que ha abierto una investigación en profundidad sobre el proyecto de la química y farmacéutica belga Solvay y la petroquímica suiza Ineos para crear una empresa conjunta de producción de policloruro de vinilo (PVC, producto plástico).
TemasBruselas Comisión Europea Empresas Europa Información para empresas Joaquín Almunia Negocios (general) Productos químicos Solvay
Bruselas, 5 nov.- La Comisión Europea (CE) informó hoy de que ha abierto una investigación en profundidad sobre el proyecto de la química y farmacéutica belga Solvay y la petroquímica suiza Ineos para crear una empresa conjunta de producción de policloruro de vinilo (PVC, producto plástico).La investigación preliminar de la CE ha arrojado dudas en materia de competencia en el mercado del policloruro de vinilo suspensión (S-PVC) y del hipoclorito de sodio, un químico presente comúnmente en blanqueadores, donde tanto Solvay como Ineos son actores claves, explicó el departamento de Competencia.La decisión de abrir una investigación en profundidad no prejuzga el resultado de las pesquisas y la CE dispone ahora de 90 días laborables para decidir si la transacción reduciría la competencia efectiva en el Espacio Económico Europeo.
La investigación preliminar de la CE ha determinado que la propuesta de creación de una empresa conjunta de producción de PVC entre Solvay e Ineos combinaría los negocios de los dos principales suministradores de S-PVC en el Espacio Económico Europeo y en el noroeste de Europa, así como de blanqueadores en el Bénelux.A la CE le preocupa que los rivales restantes en ambos mercados podrían no ejercer suficientes contrapesos a las actividades de la empresa conjunta que pretenden crear la belga y la suiza.Eso a cambio llevaría a una reducción de las posibilidades de elección de los clientes y aumentar potencialmente los precios para los productos afectados.Las partes han ofrecido compromisos a la CE a fin de eliminar las dudas del departamento que dirige el comisario español, Joaquín Almunia, pero el Ejecutivo comunitario consideró que éstos no hacían lo suficientemente frente a sus preocupaciones.Según el acuerdo firmado entre ambas multinacionales, la nueva entidad será controlada al 50 % por cada parte y su facturación total ascenderá a 4.300 millones de euros anuales.La combinación de las actividades de ambas empresas en el área del PVC dará lugar a "uno de los mayores productores mundiales" del sector, señalaron las compañías cuando anunciaron el cuerdo.La nueva entidad contará con unos 5.650 empleados en 9 países y se basará en los recursos industriales de Solvay e Ineos en toda la cadena de producción del policloruro de vinilo, así como de la soda cáustica y los derivados del cloro.Seis años después de su creación, la nueva empresa conjunta pasaría a ser controlada únicamente por Ineos.(Agencia EFE)
Jueves, 07/11/13 - 15: 23 EMPRESAS
La CE investiga la creación de una empresa conjunta entre Solvay e Ineos
lainformacion.com
La Comisión Europea (CE) informó hoy de que ha abierto una investigación en profundidad sobre el proyecto de la química y farmacéutica belga Solvay y la petroquímica suiza Ineos para crear una empresa conjunta de producción de policloruro de vinilo (PVC, producto plástico).
TemasBruselas Comisión Europea Empresas Europa Información para empresas Joaquín Almunia Negocios (general) Productos químicos Solvay
Bruselas, 5 nov.- La Comisión Europea (CE) informó hoy de que ha abierto una investigación en profundidad sobre el proyecto de la química y farmacéutica belga Solvay y la petroquímica suiza Ineos para crear una empresa conjunta de producción de policloruro de vinilo (PVC, producto plástico).La investigación preliminar de la CE ha arrojado dudas en materia de competencia en el mercado del policloruro de vinilo suspensión (S-PVC) y del hipoclorito de sodio, un químico presente comúnmente en blanqueadores, donde tanto Solvay como Ineos son actores claves, explicó el departamento de Competencia.La decisión de abrir una investigación en profundidad no prejuzga el resultado de las pesquisas y la CE dispone ahora de 90 días laborables para decidir si la transacción reduciría la competencia efectiva en el Espacio Económico Europeo.
La investigación preliminar de la CE ha determinado que la propuesta de creación de una empresa conjunta de producción de PVC entre Solvay e Ineos combinaría los negocios de los dos principales suministradores de S-PVC en el Espacio Económico Europeo y en el noroeste de Europa, así como de blanqueadores en el Bénelux.A la CE le preocupa que los rivales restantes en ambos mercados podrían no ejercer suficientes contrapesos a las actividades de la empresa conjunta que pretenden crear la belga y la suiza.Eso a cambio llevaría a una reducción de las posibilidades de elección de los clientes y aumentar potencialmente los precios para los productos afectados.Las partes han ofrecido compromisos a la CE a fin de eliminar las dudas del departamento que dirige el comisario español, Joaquín Almunia, pero el Ejecutivo comunitario consideró que éstos no hacían lo suficientemente frente a sus preocupaciones.Según el acuerdo firmado entre ambas multinacionales, la nueva entidad será controlada al 50 % por cada parte y su facturación total ascenderá a 4.300 millones de euros anuales.La combinación de las actividades de ambas empresas en el área del PVC dará lugar a "uno de los mayores productores mundiales" del sector, señalaron las compañías cuando anunciaron el cuerdo.La nueva entidad contará con unos 5.650 empleados en 9 países y se basará en los recursos industriales de Solvay e Ineos en toda la cadena de producción del policloruro de vinilo, así como de la soda cáustica y los derivados del cloro.Seis años después de su creación, la nueva empresa conjunta pasaría a ser controlada únicamente por Ineos.(Agencia EFE)
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Romulo
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Re: INDU Solvay Indupa
[quote="profesional"]No hay ninguna confirmación de nada porque Mexichem no lo anuncio a la Bolsa de Valores de Mexico asiq eu por ahora es como si no hubiese novedades
Lo importante es que se vendio INDUPA, sea quien sea
Disculpe estimado, donde dice que se vendió???
Lo importante es que se vendio INDUPA, sea quien sea
Disculpe estimado, donde dice que se vendió???
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"La trascendencia se refleja en todos lados"
http://www.lanueva.com/edicion_impresa/ ... b6003.html
Miércoles 6 de noviembre de 2013
ASOCIACION INDUSTRIAL QUIMICA DE BAHIA BLANCA
"La trascendencia se refleja en todos lados"
Los volúmenes exportados por las empresas Profertil, Compañía Mega, Dow Argentina y Solvay Indupa ocupan un papel fundamental a nivel latinoamericano.
El ingeniero Hugo Simoni, gerente de la AIQBB, habló de la importancia de las exportaciones. (Pablo Presti-LNP)
Aunque sus orígenes fueron de la mano con las necesidades internas, las puertas se fueron abriendo con el paso del tiempo.
Así es cómo las empresas que conforman a la AIQBB (Asociación Industrial Química de Bahía Blanca) se han consolidado como cuatro puntos cardinales de referencia a nivel internacional.
En este sentido, el ingeniero Hugo Simoni, gerente de la entidad que nuclea a las empresas Dow Argentina, Profertil, Compañía Mega y Solvay Indupa, destacó el boom que generan estas plantas en cada flujo productivo.
--¿Qué rol ocupan los volúmenes exportados para las industrias?
--La exportación se puede analizar desde una evaluación histórica. La realidad que tiene el complejo industrial petroquímico de Bahía Blanca es que cuando se creó y se definió su instalación en la década del '70, uno de los factores básicos que justificaron su puesta en marcha es que el país tenía que importar productos finales.
"Entonces este complejo nace, en gran medida, como un centro productivo orientado a la sustitución de importaciones. La idea original era que el consumo de estas industrias iba a estar localizado en el país. Sin embargo, distintas situaciones y algunos pronósticos que fueron variando, dieron paso a la disponibilidad de un saldo exportable, sobretodo en el área de los polímeros", agregó el gerente de la entidad.
--¿Es decir que la idea original no era alcanzar mercados del exterior?
-- No se preveía en los orígenes tener un saldo exportable. Solo se apostaba al mercado local. Pero distintos factores, como vaivenes en las producciones, cuestiones climáticas o circunstancias de la oferta y la demanda, han hecho que una parte de la producción reporte a los mercados regionales. Pero queda claro que ese no era el objetivo inicial cuando esto se puso en marcha.
"La trascendencia de la exportación se refleja en todos lados. Una serie de estudios que aporta el CREEBBA (Centro Regional de Estudios Económicos de Bahía Blanca) anualmente así lo indica. La producción de las empresas socias de la Asociación Industrial Química de Bahía Blanca representa el 61% de la producción petroquímica total del país. Además, las exportaciones que se realizan a partir de las empresas petroquímicas representa alrededor del 55% del total nacional", destacó el ingeniero Simoni.
"Estos datos no toman solamente en cuenta a las producciones finales como el polietileno, PVC o urea, sino también subproductos como la soda caústica, el butano o el propano que produce Mega. Es decir, que se engloba el paquete total de productos de todas las empresas", explicó el ingeniero.
--¿Cómo repercute esta realidad en la economía local?
--El volumen en valor monetario de estas empresas ronda los 2.000 millones de dólares anuales, lo que representa el 21% del monto exportado por el puerto de Bahía Blanca.
"En los últimos años se ha producido una merma en dicho monto debido a las dificultades en el abastecimiento de materias primas".
"Respecto a las toneladas exportadas, los índices varían entre un 30 y un 12%, comparando el presente con los últimos diez años. Además, hay que tener en cuenta que el 27% de los buques que operan en el puerto en materia de exportación, lo hacen con productos petroquímicos", señaló Hugo Simoni.
--¿Qué ventajas trajo la instalación del muelle multipropósito?
--El muelle multipropósito era una necesidad conveniente de instalar en el puerto local. Su fundamentación estuvo relacionada con la exportación de productos como el PVC y el polietileno, que fueron los primeros en utilizar al contenedor como la vía de transporte. Incluso, un poco más del 50% de los contenedores que se movilizan en Bahía Blanca derivan del polo petroquímico.
"De todos modos, hay otras vías para la exportación. Si bien el neto se efectúa dentro de los puertos locales, también se hace por medio de camiones o trenes. Al mismo tiempo, hay casos donde se consolidan cargas en el puerto de Buenos Aires y se exportan desde allí", explicó.
--¿Cuáles son los principales destinos de estos productos?
--Por la posición geográfica de Argentina, los clientes son regionales, como Chile, Uruguay, Paraguay y Brasil. Estos países completan su producción o la equilibran en base a estos productos.
"El mayor intercambio de productos se produce con Brasil. Además, no hay que olvidarse que los productos derivados de los hidrocarburos llegan a partir del cereal en base a la producción de fertilizantes a todas partes del mundo", añadió el ingeniero Hugo Simoni, gerente de la AIQBB.
--¿Este año ha ido de la mano con etapas anteriores?
--El 2013 está terminando a full desde el punto de vista productivo. Esperamos que la matriz energética del país se acomode para aprovechar la capacidad total de estas plantas todo el año y poder trabajar en el desarrollo de nuevos proyectos.
Miércoles 6 de noviembre de 2013
ASOCIACION INDUSTRIAL QUIMICA DE BAHIA BLANCA
"La trascendencia se refleja en todos lados"
Los volúmenes exportados por las empresas Profertil, Compañía Mega, Dow Argentina y Solvay Indupa ocupan un papel fundamental a nivel latinoamericano.
El ingeniero Hugo Simoni, gerente de la AIQBB, habló de la importancia de las exportaciones. (Pablo Presti-LNP)
Aunque sus orígenes fueron de la mano con las necesidades internas, las puertas se fueron abriendo con el paso del tiempo.
Así es cómo las empresas que conforman a la AIQBB (Asociación Industrial Química de Bahía Blanca) se han consolidado como cuatro puntos cardinales de referencia a nivel internacional.
En este sentido, el ingeniero Hugo Simoni, gerente de la entidad que nuclea a las empresas Dow Argentina, Profertil, Compañía Mega y Solvay Indupa, destacó el boom que generan estas plantas en cada flujo productivo.
--¿Qué rol ocupan los volúmenes exportados para las industrias?
--La exportación se puede analizar desde una evaluación histórica. La realidad que tiene el complejo industrial petroquímico de Bahía Blanca es que cuando se creó y se definió su instalación en la década del '70, uno de los factores básicos que justificaron su puesta en marcha es que el país tenía que importar productos finales.
"Entonces este complejo nace, en gran medida, como un centro productivo orientado a la sustitución de importaciones. La idea original era que el consumo de estas industrias iba a estar localizado en el país. Sin embargo, distintas situaciones y algunos pronósticos que fueron variando, dieron paso a la disponibilidad de un saldo exportable, sobretodo en el área de los polímeros", agregó el gerente de la entidad.
--¿Es decir que la idea original no era alcanzar mercados del exterior?
-- No se preveía en los orígenes tener un saldo exportable. Solo se apostaba al mercado local. Pero distintos factores, como vaivenes en las producciones, cuestiones climáticas o circunstancias de la oferta y la demanda, han hecho que una parte de la producción reporte a los mercados regionales. Pero queda claro que ese no era el objetivo inicial cuando esto se puso en marcha.
"La trascendencia de la exportación se refleja en todos lados. Una serie de estudios que aporta el CREEBBA (Centro Regional de Estudios Económicos de Bahía Blanca) anualmente así lo indica. La producción de las empresas socias de la Asociación Industrial Química de Bahía Blanca representa el 61% de la producción petroquímica total del país. Además, las exportaciones que se realizan a partir de las empresas petroquímicas representa alrededor del 55% del total nacional", destacó el ingeniero Simoni.
"Estos datos no toman solamente en cuenta a las producciones finales como el polietileno, PVC o urea, sino también subproductos como la soda caústica, el butano o el propano que produce Mega. Es decir, que se engloba el paquete total de productos de todas las empresas", explicó el ingeniero.
--¿Cómo repercute esta realidad en la economía local?
--El volumen en valor monetario de estas empresas ronda los 2.000 millones de dólares anuales, lo que representa el 21% del monto exportado por el puerto de Bahía Blanca.
"En los últimos años se ha producido una merma en dicho monto debido a las dificultades en el abastecimiento de materias primas".
"Respecto a las toneladas exportadas, los índices varían entre un 30 y un 12%, comparando el presente con los últimos diez años. Además, hay que tener en cuenta que el 27% de los buques que operan en el puerto en materia de exportación, lo hacen con productos petroquímicos", señaló Hugo Simoni.
--¿Qué ventajas trajo la instalación del muelle multipropósito?
--El muelle multipropósito era una necesidad conveniente de instalar en el puerto local. Su fundamentación estuvo relacionada con la exportación de productos como el PVC y el polietileno, que fueron los primeros en utilizar al contenedor como la vía de transporte. Incluso, un poco más del 50% de los contenedores que se movilizan en Bahía Blanca derivan del polo petroquímico.
"De todos modos, hay otras vías para la exportación. Si bien el neto se efectúa dentro de los puertos locales, también se hace por medio de camiones o trenes. Al mismo tiempo, hay casos donde se consolidan cargas en el puerto de Buenos Aires y se exportan desde allí", explicó.
--¿Cuáles son los principales destinos de estos productos?
--Por la posición geográfica de Argentina, los clientes son regionales, como Chile, Uruguay, Paraguay y Brasil. Estos países completan su producción o la equilibran en base a estos productos.
"El mayor intercambio de productos se produce con Brasil. Además, no hay que olvidarse que los productos derivados de los hidrocarburos llegan a partir del cereal en base a la producción de fertilizantes a todas partes del mundo", añadió el ingeniero Hugo Simoni, gerente de la AIQBB.
--¿Este año ha ido de la mano con etapas anteriores?
--El 2013 está terminando a full desde el punto de vista productivo. Esperamos que la matriz energética del país se acomode para aprovechar la capacidad total de estas plantas todo el año y poder trabajar en el desarrollo de nuevos proyectos.
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rickymansella
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Re: INDU Solvay Indupa
entonces la compra braskem finalmente 
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Re: INDU Solvay Indupa
http://www.lanotadigital.com/business/p ... 38420.html
mié 06 nov 2013 07:35
Además, grupo Mexichem planea abrir nuevas plantas en otros países de la región para atender la demanda de los principales mercados de Latinoamérica. Con una inversión de US$11 millones, la firma Geosistemas Pavco anunció que iniciará en ese país la producción de Geotextiles No Tejidos de última generación. Se trata de materiales amigables con el medio ambiente, los cuales se obtienen mediante un proceso completamente automatizado, lo que permite reducir los tiempos para exportaciones con menores costos de importación.
Esta planta cuenta con un área de más de 4.000 metros cuadrados, una capacidad instalada que supera las 3.000 toneladas de producción anual e incorpora una línea nueva de maquinaría de última generación marca Andritz, según informó Rodrigo Pinzón, Gerente de Geosistemas Pavco.
“Le apostamos a menores costos de producción, disponibilidad inmediata, la posibilidad de personalizar rollos y asesoría directa, para ser más competitivos y poder así atender las necesidades de las industrias de la región por excelencia minera” agregó el directivo.
Desde su planta en Perú, gracias a esta ampliación, Geosistemas Pavco atenderá principalmente los mercados peruano y chileno, que al ser países mineros registran grandes consumos de geotextil no tejido.
El grupo Mexichem, al cual pertenece Geosistemas Pavco desde 2007, proyecta abrir nuevas plantas en otros países de la región para atender la demanda de los principales mercados de Latinoamérica.
mié 06 nov 2013 07:35
Además, grupo Mexichem planea abrir nuevas plantas en otros países de la región para atender la demanda de los principales mercados de Latinoamérica. Con una inversión de US$11 millones, la firma Geosistemas Pavco anunció que iniciará en ese país la producción de Geotextiles No Tejidos de última generación. Se trata de materiales amigables con el medio ambiente, los cuales se obtienen mediante un proceso completamente automatizado, lo que permite reducir los tiempos para exportaciones con menores costos de importación.
Esta planta cuenta con un área de más de 4.000 metros cuadrados, una capacidad instalada que supera las 3.000 toneladas de producción anual e incorpora una línea nueva de maquinaría de última generación marca Andritz, según informó Rodrigo Pinzón, Gerente de Geosistemas Pavco.
“Le apostamos a menores costos de producción, disponibilidad inmediata, la posibilidad de personalizar rollos y asesoría directa, para ser más competitivos y poder así atender las necesidades de las industrias de la región por excelencia minera” agregó el directivo.
Desde su planta en Perú, gracias a esta ampliación, Geosistemas Pavco atenderá principalmente los mercados peruano y chileno, que al ser países mineros registran grandes consumos de geotextil no tejido.
El grupo Mexichem, al cual pertenece Geosistemas Pavco desde 2007, proyecta abrir nuevas plantas en otros países de la región para atender la demanda de los principales mercados de Latinoamérica.
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zippo
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Re: INDU Solvay Indupa
rickymansella escribió:mario1
Asunto: Re: Mexchem
NotaPublicado: Jue Nov 07, 2013 2:08 am
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Lo bueno que se retiraron de ofertar por solvay que era € a la basura lo malo que sí el IPC truena abajo esta no trae números para aguantar los 50
esto dicen en el foro de mexchem , ahora les peg , porue se retio, sea que ka compo braskem
Ricky eso ya salió publicado el 01/11.
Te copio el link.
http://arenapublica.com/2013/11/01/pali ... por-ahora/
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Re: INDU Solvay Indupa
No hay ninguna confirmación de nada porque Mexichem no lo anuncio a la Bolsa de Valores de Mexico asiq eu por ahora es como si no hubiese novedades
Lo importante es que se vendio INDUPA, sea quien sea el comprador
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Lo importante es que se vendio INDUPA, sea quien sea el comprador
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rickymansella escribió:mario1
Asunto: Re: Mexchem
NotaPublicado: Jue Nov 07, 2013 2:08 am
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Lo bueno que se retiraron de ofertar por solvay que era € a la basura lo malo que sí el IPC truena abajo esta no trae números para aguantar los 50
esto dicen en el foro de mexchem , ahora les peg , porue se retio, sea que ka compo braskem
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rickymansella
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Re: INDU Solvay Indupa
mario1
Asunto: Re: Mexchem
NotaPublicado: Jue Nov 07, 2013 2:08 am
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Lo bueno que se retiraron de ofertar por solvay que era € a la basura lo malo que sí el IPC truena abajo esta no trae números para aguantar los 50
esto dicen en el foro de mexchem , ahora les peg , porue se retio, sea que ka compo braskem
Asunto: Re: Mexchem
NotaPublicado: Jue Nov 07, 2013 2:08 am
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Lo bueno que se retiraron de ofertar por solvay que era € a la basura lo malo que sí el IPC truena abajo esta no trae números para aguantar los 50
esto dicen en el foro de mexchem , ahora les peg , porue se retio, sea que ka compo braskem
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