APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

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magui31
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor magui31 » Mié Ago 18, 2010 8:23 pm

nada dijieron que no era momento para comprar porque segun ellos seguia una caida mas ji :pared:
Que dijeron en la radio? :oops:[/quote]

lasker
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor lasker » Mié Ago 18, 2010 8:05 pm

yo compre hoy,con esperanza de que suba,pero si es por lo que acaban de decir en radio el mundo ,sigue la caida,espero que suba[/quote]
Que dijeron en la radio? :oops:

Inca
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor Inca » Mié Ago 18, 2010 7:55 pm

S&P não mudará ratings da Petrobras no curto prazo

Plantão | Publicada em 18/08/2010 às 18h41m
Reuters/Brasil Online



Por Silvio Cascione

SÃO PAULO (Reuters) - A nota de grau de investimento da Petrobras não deverá ser modificada no curto prazo mesmo na hipótese de a empresa não realizar a operação de aumento de capital no mês de setembro, como previsto, afirmou à Reuters Regina Nunes, presidente da agência de classificação de riscos Standard & Poors para o Brasil.

"Na opinião da Standard & Poors, não está sendo discutido ela (Petrobras) perder o grau de investimento com a situação realista que ela tem hoje", disse a principal executiva da S&P no Brasil, após participar de evento em São Paulo.

"Se não acontecer em setembro, a gente acredita que ela (a nota) mudaria? Não, senão a perspectiva não estaria estável", acrescentou ela, referindo-se ao mais recente relatório da agência sobre a estatal petroleira, de junho deste ano.

No documento, a S&P informou que o fato de o governo brasileiro ser o controlador da empresa leva à alta probabilidade de a União fornecer eventual apoio adicional caso exista a necessidade.

"Estamos monitorando de perto as implicações da revisão do plano de negócios na estrutura de capital e na liquidez da empresa... No entanto, não antecipamos uma ação negativa no rating considerando o apoio extraordinário do governo brasileiro", escreveu a agência na ocasião.

O adiamento de julho para setembro da operação de capitalização e incertezas rondando a operação, fundamental para que a empresa cumpra seu volumoso plano de investimentos de 224 bilhões de dólares até 2014, geraram especulações de que a empresa poderia sofrer uma redução em sua classificação de risco.

No segundo trimestre, a companhia informou que o endividamento líquido subiu para 34 por cento do capital, ante 32 por cento no trimestre anterior e 28 por cento há um ano.

"Não dá pra formar a nota com base em um dado só (como a alavancagem). O Brasil virou grau de investimento com conta corrente negativa", afirmou Regina.

INVESTIMENTOS

Na terça-feira, durante teleconferência com analistas, o diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, havia abordado o assunto e dito que não via uma mudança no rating mesmo que a alavancagem ultrapassasse o nível de 35 por cento, que havia sido dado como um limite teórico pela própria companhia anteriormente.

A presidente da S&P, no entanto, afirmou que se não ocorrer a capitalização no período previsto a estatal fatalmente terá que reavaliar o plano de investimentos, já que não terá recursos para implantar tudo o que pretende.

"O que vai acontecer se não houver a capitalização é que provavelmente alguns investimentos serão postergados", afirmou.

"O ponto é: o que a Petrobras postergará e pode postergar? Na verdade, ainda não começaram determinados investimentos. O dia em que ela começar, você não pode simplesmente parar no meio", acrescentou.

A Petrobras tem informado repetidamente que segue com o plano de realizar a capitalização em setembro, apesar das dúvidas.

Inca
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor Inca » Mié Ago 18, 2010 7:53 pm

Índice de nacionalização de equipamentos para exploração do pré-sal sairá junto com capitalização da Petrobras, diz Gabrielli

Publicada em 18/08/2010 às 18h47m

*

BRASÍLIA - O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse nesta quarta-feira que o índice de nacionalização de equipamentos utilizados na exploração de petróleo na camada pré-sal será definido até a data da assinatura do contrato da operação de capitalização da companhia.

- A lei exige que tenha um percentual de produtos locais. O contrato tem que conter isso - afirmou ao sair de reunião promovida pelo governo com a indústria nacional para discutir o assunto.

Segundo Gabrielli, não houve qualquer decisão sobre os novos índices de nacionalização para a exploração do pré-sal. O executivo negou que a companhia tenha exigido a redução do percentual para determinados componentes da indústria petrolífera.

Leia mais: Capitalização racha o governo: Fazenda queria adiar aumento de capital da Petrobras por temer batalha judicial

Leia também: Capitalização da Petrobras será no dia 30 de setembro, segundo ministro de Minas e Energia

Gabrielli informou que o encontro tratou de temas como a identificação do custo de matéria prima para a indústria nacional e das especificações mais adequadas para o produtor nacional, além de assuntos relacionados às diferenças de custos tributários entre os componentes importados e nacionais.

- A reunião foi estrutural, muito positiva, de convergência de interesses - disse o presidente da estatal ao amenizar as divergências com os fornecedores do país sobre a definição do índice de nacionalização.

Mesmo com a presença dos ministros Guido Mantega (Fazenda), Paulo Bernardo (Planejamento) e Márcio Zimmermann (Minas e Energia), Garibelli disse que o preço do barril de petróleo a ser utilizado na capitalização não foi tratado durante o encontro. Esta é a principal pendência, além da definição do percentual nacional, para assinatura do contrato de cessão onerosa de até cinco bilhões barris que a União à estatal, como parte da operação financeira.

Ao ser questionado sobre os detalhes da assinatura do contrato e do preço do barril, Gabrielli respondeu repetidamente: "Não tem nenhum comentário sobre isso". O presidente da Petrobras não informou nem o assunto da reunião desta tarde com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Entre os representantes da indústria, estavam os representantes da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), e Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). Eles defenderam a adoção do índice de nacionalização para toda a cadeia produtiva da indústria do petróleo, ou seja, promover a elevação do percentual para os componentes que ainda estão abaixo da média de todo setor (65%).

Leia mais: Petrobras gastou R$ 300 milhões com perfurações para ANP até junho

Inca
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor Inca » Mié Ago 18, 2010 7:52 pm

Governo não cogita adiar capitalização da Petrobras, diz Zimmermann

Plantão | Publicada em 18/08/2010 às 19h29m



BRASÍLIA - O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o governo não cogita a hipótese de adiamento do processo de capitalização da Petrobras para o próximo ano.

Questionado sobre a resistência de parte do governo quanto à manutenção do cronograma da operação, prevista para ocorrer em setembro, Zimmermann foi taxativo: "eu desconheço".

O ministro evitou dar detalhes sobre a operação. Ele apenas reiterou a expectativa de que amanhã a Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgue o preço do barril calculado pela certificadora contratada para avaliar as reservas da União no pré-sal, valor que será usado como referência para a cessão onerosa de até 5 bilhões de barris para a Petrobras.

"Em tudo que se refere à capitalização está havendo muito barulho. Isso atrapalha. É melhor deixar correr", afirmou, evitando tecer comentários sobre o processo. Zimmermann disse apenas que mantém a posição de que o preço do barril na cessão onerosa deve ficar entre US$ 5 e US$ 10, mas afirmou que ainda não há condições de se saber para qual extremo o preço final da cessão onerosa irá se aproximar.

Inca
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor Inca » Mié Ago 18, 2010 6:54 pm

Resultados del 1S-2010 x 1S-2009.
• Ganancia neta5
La ganancia neta del semestre ascendió R$ 16.021 millones y fue superior en el 11% al de 2009, reflejando el
aumento del 3% en la producción total de petróleo y gas natural, el alza de los precios de las exportaciones y la
recuperación del volumen de las ventas en el mercado interno, que aumentó el 11%. Esos factores superaron la
reducción en los precios del diesel y de la gasolina en el mercado interno, así como el aumento de los costos con
participaciones gubernamentales e importaciones, también influenciado por los precios del petróleo.
Los gastos operativos aumentaron el 19%. Además del aumento de los gastos con ventas, hubo constitución de
provisiones de contingencias relacionados a la operación de cesión de crédito-prima de IPI (R$ 459 millones), acción
de ejecución fiscal de relativa al cobro de ICMS-RJ referente al P-36 (R$ 449 millones) y deudas tributarias de ICMS
(R$ 110 millones).
Mejor resultado financiero (R$ 388 millones), proveniente de la ganancia cambiaria sobre activos en el exterior,
combinado con el mejor resultado de las operaciones de hedge comercial, compensados por el aumento de los costos
financieros en razón del aumento del endeudamiento.
La participación de los accionistas no controlantes (minoritarios) generó un efecto positivo de R$ 2.802 millones,
proveniente de la oscilación del cambio sobre el endeudamiento de las SPE (principalmente dolarizado) y por el
ejercicio de la opción de compra de las acciones de algunos proyectos estructurados, además de la revisión de los
flujos de cobros futuros relativos a las operaciones de leasing financiero, ambos a finales de 2009.
• EBITDA
Ascendió a R$ 31.003 millones, manteniéndose estable en relación al 1S-2009, debido al aumento de la producción,
mayor precio promedio de venta de las exportaciones y de las ventas internacionales y mayores volúmenes vendidos
en el mercado interno. Tales efectos fueron contrabalanceados por mayores costos unitarios, reflejo del aumento de
los gastos con participaciones gubernamentales y una mayor participación de las importaciones de derivados, menores
precios de venta en el mercado interno, en virtud de la reducción en el precio del diesel (15%) y de la gasolina (5%) en
junio /09 y mayores gastos operativos.

Inca
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor Inca » Mié Ago 18, 2010 6:52 pm

Resultados del 2T-2010 x 1T-2010.
• Ganancia Neta3
La ganancia neta del trimestre ascendió a R$ 8.295 millones y fue el 7% superior al 1T-2010, debido a los mayores
volúmenes vendidos, siendo el 3% de aumento en el total de derivados y el 14% en el volumen de gas natural en el
mercado brasileño, y mejor precio promedio de ventas, proveniente del ligero aumento del precio internacional del
petróleo. Esos efectos, no obstante, fueron prácticamente anulados por el aumento de los gastos con participaciones
gubernamentales, llevando en consideración el alza de las cotizaciones internacionales y el aumento de la demanda de
diesel, derivado de alto valor agregado, cuya importación aumentó.
En el 2T-2010, los gastos operativos se redujeron en el 8%, en función de menor nivel de provisión para contingencias
en el 2T-2010 en relación al 1T-2010 (R$ 710 millones), menor baja de pozos secos (R$ 358 millones), además de la
pérdida en el valor recuperable de activos (R$ 194 millones), que no se repitió en el 2T-2010.
El resultado financiero se mantuvo estable en el trimestre, considerando la menor depreciación del Real en el 2T-2010
y el aumento del saldo de financiaciones, juntamente con el mejor resultado de las operaciones de hedge.
• EBITDA
El EBITDA de R$ 15.927 millones en el trimestre representa el 6% de aumento y refleja, principalmente, el efecto de
las contingencias judiciales registradas en el 1T-2010.
• Índice de la Deuda Neto/EBITDA4
El endeudamiento neto del Sistema Petrobras aumentó el 16% en relación al 31.03.2010 y el 31% en relación al
31.12.2009, debido a captaciones de fondos que se están utilizando en el programa intensivo de inversiones. El nivel
de endeudamiento, medido por medio del índice de la deuda neta/EBITDA, aumentó de 1,35 al 31.03.2010 para 1,52 al
30.06.2010.

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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor Inca » Mié Ago 18, 2010 6:41 pm

acá los dejo mas tranquilos :2230:


Comentarios del Presidente

Sr. José Sergio Gabrielli de Azevedo

Estimados accionistas e inversores:

Vivimos un período único en nuestra Compañía. En los seis primeros meses de 2010 alcanzamos un volumen
récord de inversiones de R$ 38,1 mil millones, dando prioridad al aumento de la capacidad de producción de
petróleo y gas natural, modernización y ampliación de nuestro parque de refinación y reformulación societaria de
nuestra participación en el sector petroquímico, en particular en Braskem. Este valor supera en el 17% el valor en
el 1er. semestre de 2009
Este significativo aumento de las inversiones es fruto de creciente calidad y cantidad de proyectos que forman
nuestra cartera de inversiones, conforme demostrado por las revisiones de nuestros Planes Estratégicos en los
últimos años. En junio divulgamos el Plan de Negocios 2010-2014, con inversiones que ascienden a US$ 224.000
millones, lo que representa un promedio de US$ 44.800 millones al año. Mantuvimos metas agresivas de
producción, considerando solamente los actuales proyectos de cartera, sin considerar el potencial de producción
proveniente de la Cesión Onerosa.
Ente los factores que explican este significativo aumento, el segmento de E&P es, sin duda, la pieza más
importante. Las últimas noticias refuerzan el alto potencial de exploración y producción de Petrobras. Por
ejemplo, en abril una nueva perforación confirmó el potencial de petróleo liviano en Tupi. En junio, anunciamos
indicios de petróleo en el pre-sal de Albacora Leste y el descubrimiento de nueva acumulación de petróleo liviano
en la prospección exploratoria conocida como Brava, en el área de concesión del campo de Marlim. El día 14 de
julio comenzamos la producción en el pre-sal de Espírito Santo, en el campo de Baleia Franca, menos de dos
años después del descubrimiento de las acumulaciones del pre-sal en este campo. Comenzamos produciendo
casi cerca de 13 mil barriles por día y alcanzaremos la capacidad máxima de 20 mil barriles bpd hasta finales de
año. En este segundo semestre comenzaremos el Piloto de Tupi, con capacidad de producción de 100 mil bpd.
A pesar de la importancia y del potencial de Exploración y Producción, subrayo que nuestras inversiones son
diversificadas y su objetivo es la integración de las diversas actividades de la industria. Somos una compañía de
energía que actúa con énfasis en la cadena de petróleo y gas natural, cuya integración de los segmentos nos
ayuda a asegurar nuestra participación en el mercado brasileño y a maximizar el retorno de nuestros activos.
Es en ese sentido que aumentamos nuestras inversiones en el segmento de Abastecimiento, especialmente en la
refinación. Después de un largo período invirtiendo apenas en el mantenimiento de esos activos, aceleramos
nuestras inversiones no sólo para el aumento de la capacidad de refinación, sino también para la adecuación de la
producción a la demanda, en la calidad de nuestros productos y para el procesamiento del petróleo pesado
producido en el país. El aumento de la producción brasileña de petróleo, en conjunto con el crecimiento
económico, nos presenta el desafío de construir nueva capacidad, mientras que el nuevo perfil de demanda por
derivados más nobles y de mejor calidad nos lleva a invertir en adecuar la producción.
Otro importante tópico de nuestras inversiones se relaciona a Salud, Medio Ambiente y Seguridad Operativa
(SMS). Específicamente en 2009, invertimos R$ 4.500 millones. Desde el año 2000, cuando implantamos uno de
los mayores programas de SMS del mundo, hemos desarrollado casi 4.000 proyectos para la mejoría de la
seguridad operativa y de la protección ambiental en Brasil y en el exterior. Entre 2000 y 2009, fuimos capaces de
disminuir en el 96% nuestro promedio anual de derramamientos en el medio ambiente y capacitamos a 400
trabajadores totalmente dedicados para responder en caso de cualquier tipo de accidentes, siete días a la
semana, 24 horas diarias. Adquirimos gran cantidad de equipos necesarios para responder a derramamientos,
entre otros accidentes. Actualmente, tenemos una flota de 30 navíos OSRVs (Navíos de recuperación de
Derramamiento de Petróleo) y más de 300 Km. de barreras de contención de petróleo.
Las cifras del primer semestre muestran que son compatibles con la ampliación de las inversiones y el aumento de
la rentabilidad, con responsabilidad social y ambiental. Con nuestra posición dominante en el mercado brasileño,
juntamente con nuestra acertada política de precios, lo que nos asegura precios más estables a corto plazo,
generamos R$ 31 mil millones de efectivo en caja operativo y presentamos un aumento del 11% de la ganancia
neta. Nuestro camino es un desafío, pero lleno de oportunidades para todos los accionistas.

magui31
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor magui31 » Mié Ago 18, 2010 6:12 pm

big escribió:la verdad que no se que hacer...si huyo me voy con perdidas..pero si me quedo tengo la impresion de que puedo seguir perdiendo....que hago???? mi horizonte es aca a 1año y medio. se recuperara??? no lo se??? seguro que vendo y sube(ley de murphy).
??? sus opiniones please
????? voy a enloquecer :2230:

yo compre hoy,con esperanza de que suba,pero si es por lo que acaban de decir en radio el mundo ,sigue la caida,espero que suba

big
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor big » Mié Ago 18, 2010 6:06 pm

la verdad que no se que hacer...si huyo me voy con perdidas..pero si me quedo tengo la impresion de que puedo seguir perdiendo....que hago???? mi horizonte es aca a 1año y medio. se recuperara??? no lo se??? seguro que vendo y sube(ley de murphy).
??? sus opiniones please
????? voy a enloquecer :2230:

magui31
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor magui31 » Mié Ago 18, 2010 5:13 pm

RC escribió:que fe que le tienen a este papel que son tomadores los puts.....

yo soy uno jejeje :115:

dfrezza
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor dfrezza » Mié Ago 18, 2010 5:02 pm

Como no se le va a tener fe a la empresa mas importante y con mas proyeccion de Latinoamerica...


RC escribió:que fe que le tienen a este papel que son tomadores los puts.....

RC
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor RC » Mié Ago 18, 2010 4:48 pm

que fe que le tienen a este papel que son tomadores los puts.....

CHIQUI1
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Re: APBR (ord) APBRA (pref) Petrobras Brasil

Mensajepor CHIQUI1 » Mié Ago 18, 2010 11:17 am

Por ahora se mantiene dentro de la TL, si llega a quebrar los 35.60 con fuerza la estaria quebrando y ahi se puede poner una ficha apostando a la baja.
sdos


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